25 janeiro, 2021

Para a comunhão espiritual quais orações posso fazer?

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- Imagem referencial. Foto: Annie Theby/Unsplash


Na impossibilidade de receber sacramentalmente a Eucaristia, seja porque precisa se confessar ou por outro motivo, o fiel pode fazer a comunhão espiritual, uma oração que exprime o firme desejo de receber Jesus na hóstia consagrada, mesmo durante aquele período de impossibilidade.



A comunhão espiritual consiste no "desejo de receber a Jesus Sacramentado e em dar-Lhe um amoroso abraço, como se já O tivéssemos recebido", afirmou Santo Afonso Maria de Ligório.

Listamos abaixo duas orações, dentre outras que existem que podem ser utilizadas para esse momento.

Oração de comunhão espiritual - Santo Afonso Maria de Ligório


Meu Jesus,
Eu creio que estais presente
no Santíssimo Sacramento do Altar.
Amo-vos sobre todas as coisas,
e minha alma suspira por Vós.
Mas como não posso receber-Vos
agora no Santíssimo Sacramento,
vinde, ao menos espiritualmente,
ao meu coração.
Abraço-me convosco come se já
estivésseis comigo:
uno-me Convosco inteiramente.
Ah! Não permitais que torne a
Separar-me de vós!

Oração de comunhão espiritual - Card. Rafael Merry del Val


Aos vossos pés,
ó meu Jesus,
me prostro e vos ofereço
o arrependimento do meu coração
que mergulha no seu nada
na Vossa santa presença
Eu vos adoro no Sacramento do vosso amor, a inefável Eucaristia.
Desejo receber-vos na pobre morada
que meu coração vos oferece.
À espera da felicidade da comunhão sacramental,
quero possuir-vos em Espírito.
Vinde a mim,
ó meu Jesus,
que eu venha a vós.
Que o vosso amor
Possa inflamar todo o meu ser,
para a vida e para a morte.
Creio em vós,
espero em vós.
Amo-vos.
Assim seja.
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13 janeiro, 2021

Morre Cardeal Scheid, Arcebispo emérito do Rio de Janeiro

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- Dom Eusébio Oscar Cardeal Scheid. Foto: Arquidiocese do Rio de Janeiro -


Morreu nesta quarta-feira, 13 de janeiro, o Arcebispo emérito do Rio de Janeiro, o Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, após lutar contra a Covid-19 e também uma forte pneumonia.

Cardeal Scheid tinha 88 anos de vida, sendo 60 como sacerdote e 39 de episcopado. Residia na Diocese de São José dos Campos (SP), de onde foi o primeiro bispo e estava internado no Hospital São Francisco, em Jacareí (SP) há alguns dias.



A Diocese de São José dos Campos informou que "devido à pandemia da Covid-19, não teremos velório e Missa abertos ao público".

Dom Eusébio Oscar Cardeal Scheid

"DEVS BONVS" (Deus é Bom)


Dom Eusébio nasceu em Luzerna, Santa Catariana, no dia 08 de dezembro de 1932. Cursou o ensino fundamental e o ensino médio no Seminário dos Padres do Coração de Jesus em Corupá, SC. Religioso da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, Dehonianos, fez a sua Profissão Religiosa em 02 de fevereiro de 1954. Estudou Filosofia em Brusque, SC, (1954) e na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, Itália (1955-1957), onde também estudou Teologia (1957-1964). 

Foi ordenado presbítero no dia 03 de julho de 1960, em Roma. Continuou os estudos de pós graduação e recebeu os títulos no grau de Mestre e Doutor em Cristologia. No dia 18 de fevereiro de 1981 foi nomeado como primeiro bispo da Diocese de São José dos Campos (SP), onde ocorreu a sua ordenação episcopal em 1º de maio de 1981.

Foi eleito bispo de São José dos Campos em 11 de fevereiro de 1981. Em 23 de janeiro de 1991 foi transferido para a Arquidiocese de Florianópolis. Em 2001 foi transferido para a Arquidiocese do Rio de Janeiro. Tornou-se Cardeal em 21 de outubro de 2003, quando o Papa João Paulo II presidiu o Consistório Ordinário Público para a criação de 30 novos Cardeais. Tornou-se Arcebispo Emérito em abril de 2009 e atualmente reside em São José dos Campos.

Antes de ser ordenado bispo, o Cardeal Scheid foi no Seminário Cristo Rei e Seminário Regional do Nordeste, Recife, PE (1964-1965); Professor de Teologia Dogmática e Liturgia no Instituto Teológico de Taubaté-SP (1966-1981) e Aparecida; Coordenador da Catequese de Taubaté-SP (1970-1974); Diretor da Faculdade de Teologia em Taubaté-SP; Professor convidado da PUC, São Paulo-SP para lecionar Cultura Religiosa (1966-1968).

Como bispo, realizou os seguintes serviços: Bispo de São José dos Campos-SP (1981-1991); Arcebispo de Florianópolis (1991-2001); Presidente do Regional Sul 4 – CNBB (1994-1998); Membro da Comissão Episcopal de Doutrina da CNBB durante 12 anos; Ordinário para os fiéis de Rito Oriental sem ordinário próprio (2001); Responsável pela Pastoral Familiar no Regional Sul 1 durante 8 anos.

No Vaticano foi Conselheiro da Pontifícia Comissão para a América Latina, em 25 de novembro de 2002; Membro do Pontifício Conselho de Comunicação Social, em 29 de novembro de 2003; Legado Papal, de S. Santidade Bento XVI, ao XV Congresso Eucarístico Nacional, em Florianópolis/SC, de 18 a 21 de maio de 2006.Na CNBB, foi membro do Conselho Permanente; Membro da Comissão Episcopal para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida; Presidente do Regional Leste 1 – CNBB (2003-2007).

O Cardeal Scheid participou do conclave que elegeu o Papa Bento XVI.
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11 janeiro, 2021

Mulheres podem ser instituídas no Leitorado e Acolitado após motu proprio de Francisco

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- Imagem referencial. Foto: Pixabay -

Os ministérios do Leitorado e Acolitado estão abertos às mulheres a partir da carta apostólica em forma de motu proprio, 'Spiritus Domini' (Espírito do Senhor), publicado neste domingo, 10 de janeiro, pelo Papa Francisco.

O novo motu proprio do Papa Francisco torna institucional o acesso das mulheres ao Leitorado e ao Acolitado por meio de ato litúrgico.



"Depois de ter escutado o parecer dos Dicastérios competentes, decidi proceder a modificação do cânon 230 § 1 do Código de Direito Canônico"

Assim, a partir do motu proprio 'Spiritus Domini', do Papa Francisco, o cânon 230 § 1 terá a seguinte redação: "Os leigos, possuidores da idade e das qualidades determinadas por decreto da Conferência episcopal, podem, mediante o rito litúrgico, ser assumidos de modo estável para desempenharem os ministérios de leitor e de acólito; porém, a colação destes ministérios não lhes confere o direito à sustentação ou remuneração por parte da Igreja".

A redação anterior ao motu proprio 'Spiritus Domini' afirmava que apenas que apenas "os leigos do sexo masculino" podiam "mediante o rito litúrgico, ser assumidos de modo estável para desempenharem os ministérios de leitor e de acólito".

A normativa anterior era de Paulo VI, que em 1972,  que ao abolir as "ordens menores" entendeu que os ministérios de leitor e acólito estavam reservados ao sexo masculinos por serem preparatórios para o acesso à Ordem. Contudo, após aceitar as recomendações de assembleias sinodais, Francisco especificou que estes são ministérios leigos "essencialmente distintos no ministério ordenado que é recebido com o sacramento da Ordem".

"Nos últimos anos foi alcançado um desenvolvimento doutrinário que destacou que certos ministérios instituídos pela Igreja têm como fundamento a condição comum de batizados e o sacerdócio real recebido no sacramento do batismo", afirmou o Santo Padre.

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06 janeiro, 2021

Aplicativo fortalece bem-estar e espiritualidade em tempos de pandemia

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- Imagem: Divulgação -

A Província Marista Brasil Centro-Sul lançou o app "Bem Diário" para contribuir com momentos de oração e reflexão em família e no trabalho, sobretudo neste período da pandemia do novo coronavírus.

Conforme apontam os índices de buscadores online e pesquisas que analisam o comportamento no ambiente virtual, a exemplo de um estudo feito pela instituição Orbit Report, que destacou a busca pela religiosidade como suporte para os efeitos da pandemia, a busca por espiritualidade e bem-estar ganhou ainda mais destaque neste período de pandemia e procura por palavras de fé e esperança, a participação em missas online, a prática de meditação e a maior preocupação com a saúde mental foram crescentes nos últimos meses ou tiveram picos de busca em alguns períodos.

É neste cenário que foi criado o aplicativo Bem Diário, para fornecer ferramentas e contribuir com momentos de oração e reflexão.



De acordo com Elineia Avila, gestora de Marketing e Comunicação na Província Marista Centro-Sul (PMBCS), todo esse movimento mostra, sobretudo, a busca cada vez maior por espiritualidade em milhares de famílias. "A ideia do Bem Diário surgiu da vontade em inovar e fazer com que o uso do ambiente digital contribuísse para esse movimento de bem estar, e os aplicativos de meditação foram uma referência", explicou.

Conforme analisa José Leão da Cunha Filho, Diretor de Identidade, Missão e Vocação da PMBCS, nesse tempo de pandemia, fomos forçados, pelas circunstâncias, ao isolamento e ao distanciamento social. "Mas somos seres do encontro, apreciamos estar juntos e compartilhar emoções. Impedidos, a solidão pode desencadear ansiedade e, esta, desorientação e desespero. Aí reside a importância da espiritualidade. Quanto mais intensa a vida interior de uma pessoa, tanto mais forte será para enfrentar adversidades com serenidade".

O app foi feito para um uso diário e para auxiliar nas várias situações do cotidiano que pedem uma pausa, um momento de reflexão. Antes de uma reunião importante, o usuário pode ouvir uma mensagem de alguns minutos do "Abre Aspas", por exemplo. Para reforçar ou criar o hábito da oração, é possível usar o app como fonte da liturgia diária. E nas áreas das cartas de São Marcelino Champagnat e do Caminhar Marista, o usuário pode encontrar conforto para situações difíceis. Elinéia comenta que "a ideia é, ao ter contato com boas histórias e reflexões as pessoas possam ver os problemas e as alegrias da vida de uma maneira mais atenciosa, entendendo as relações humanas, para fazer as coisas de um jeito diferente e mais voltado para o bem comum".

Como acessar o aplicativo


Para acessar o Bem Diário, basta instalar o app no celular. Por meio do link https://conteudo.marista.org.br/bem-diario, o usuário é direcionado ao  sistema operacional do seu aparelho.


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23 dezembro, 2020

Notícia de que o Papa vai renunciar após o Natal é fake

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É falsa a notícia de que uma fonte do Vaticano tenha declarado que Papa Francisco renunciará ao pontificado após o Natal de 2020 e antes do fim do mesmo ano.

A fake news começou a circular na noite de 22 de dezembro após o site Daily Express publicar que, de acordo com Austen Ivereigh (biógrafo do Papa Francisco), teria afirmado que "nunca houve qualquer dúvida de que ele renunciaria em 2020". No Brasil, a notícia foi trazida pelo site Diário do Centro do Mundo.



"Ele deixou claro desde o início que considerava o ato do Papa Bento (XVI) um ato profético de grande modéstia e que ele não teria absolutamente nenhum problema em fazer o mesmo", disse Ivereigh.

Em publicação feita no início da tarde o biógrafo do Papa Francisco, Austen Ivereigh, publicou mensagem no Twitter afirmando que "uma das citações" utilizadas pelo no Daily Express sobre o Papa renunciar data de 2015. Já a outra, "que ele (Papa Francisco) renunciará em 2020 é uma invenção".

"Nunca o disse. Isto é um pontificado em pleno vigor", concluiu Ivereigh.

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Bispos manifestam apoio a Dom Gregório após justiça ordenar fechamento de igrejas

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- Dom Gregório Paixão. Foto: Diocese de Petrópolis -


Bispos do Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestaram apoio ao Bispo diocesano de Petrópolis (RJ), Dom Gregório Paixão, após decisão judicial que ordenando o fechamento imediato das igrejas e suspensão dos cultos religiosos na cidade da região serrana do estado do Rio de Janeiro por causa da pandemia de Covid-19.



Dom Gregório gravou um vídeo nesta terça-feira, 22 de dezembro, no qual afirmou ter sido surpreendido e estar indignado pela decisão. "Para nós, cristãos, essa decisão judicial nos causou uma profunda chaga, por ter sido proferida exatamente na semana sagrada do Natal".

Em 17 dezembro, o juiz federal João Paulo de Mello Castelo, da 2ª Vara Federal de Petrópolis, proferiu decisão determinando que a Prefeitura de Petrópolis providenciasse o imediato fechamento de bares e templos religiosos, atendendo a pedidos apresentados pelos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), por conta do alto índice de contaminação por coronavírus na cidade e escassez de leitos de UTI.

Confira a seguir a íntegra da nota emitida pelos Bispos do Regional Leste 1 da CNBB a Dom Gregório Paixão.

NOTA DE SOLIDARIEDADE A DOM GREGÓRIO PAIXÃO, OSB, BISPO DE PETRÓPOLIS (RJ)


Nós, Arcebispos e Bispos católicos do Estado do Rio de Janeiro, Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, vimos a público apresentar solidariedade a Dom Gregório Paixão, Bispo Diocesano de Petrópolis. Em vídeo divulgado neste dia 22 de dezembro, ele manifestou sua indignação, diante de decisão judicial, ordenando fechamento de templos religiosos justamente na semana da celebração do Natal do Senhor.

Sendo a assistência religiosa um serviço essencial, garantido por lei, nossas Arquidioceses e Dioceses, neste tempo de pandemia, procuraram adaptar seus espaços de culto, seguindo as normas das autoridades sanitárias, a fim de garantir ambientes seguros aos fiéis. Como afirma Dom Gregório, “basta visitar nossas Igrejas para ver que todas as regras são seguidas”.



Além disso, um trabalho contínuo de conscientização acerca das orientações sanitárias tem sido realizado em nossas Igrejas.  Recordamos também que nossas Instituições estão sendo protagonistas de inúmeras iniciativas sociais de solidariedade para com os mais pobres em suas muitas necessidades. Destes e de outros modos temos assumido a nossa responsabilidade social, oferecendo a colaboração que nos corresponde para juntos superarmos esta crise.

Como desde o início da pandemia assumimos com responsabilidade o cuidado das pessoas que frequentam nossos ambientes, causou-nos perplexidade a decisão da 2ª Vara Federal que, acolhendo um pedido dos Ministérios Públicos Federal e Estadual ordenou o fechamento de templos religiosos em Petrópolis. Assim, unimo-nos à manifestação de Dom Gregório Paixão e nos solidarizamos a ele e a todos os seus diocesanos, pedindo que seja revogada essa decisão.

 

Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2020.

 

DOM JOSÉ FRANCISCO REZENDE DIAS
Arcebispo Metropolitano de Niterói (RJ)
Presidente do Regional Leste 1 – CNBB

DOM GILSON ANDRADE DA SILVA
Bispo de Nova Iguaçu (RJ)
Vice-presidente do Regional Leste 1 – CNBB

DOM TARCISIO NASCENTES DOS SANTOS
Bispo de Duque de Caxias (RJ)
Secretário do Regional Leste 1 – CNBB
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22 dezembro, 2020

Bispo de Petrópolis manisfesta indignação após decisão de fechamento de igrejas

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- Dom Gregório Paixão. Foto: Captura de vídeo -

O Bispo da Diocese de Petrópolis (RJ), Dom Gregório Paixão, manifestou indignação e protesto diante a determinação judicial que ordenou o fechamento imediato das igrejas e suspensão dos cultos religiosos na cidade por causa da pandemia de Covid-19.



Em 17 dezembro, o juiz federal João Paulo de Mello Castelo, da 2ª Vara Federal de Petrópolis, proferiu decisão determinando que a Prefeitura de Petrópolis providenciasse o imediato fechamento de bares e templos religiosos, atendendo a pedidos apresentados pelos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), por conta do alto índice de contaminação por coronavírus na cidade e escassez de leitos de UTI.

No dia seguinte (18 de dezembro), a Prefeitura de Petrópolis publicou o despacho no Diário Oficial acatando, de forma imediata, o fechamento de bares/congêneres e templos religiosos, além de mandar comunicar aos fiscais da Secretaria de Ordem Pública e ao comando do 26º Batalhão de Polícia Militar para o cumprimento da decisão.

Diante de tais acontecimentos, o Bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, divulgou vídeo onde afirmou ter sido surpreendido. "Para nós, cristãos, essa decisão judicial nos causou uma profunda chaga, por ter sido proferida exatamente na semana sagrada do Natal".


"Desde o início da pandemia, seguimos todas as recomendações dos governos federal, estadual e municipal", afirmou o Bispo que ainda ressaltou que basta uma visita às igrejas para perceber que todas as medidas foram seguidas.

"[Fizemos] uso de máscaras, uso de álcool em gel, distanciamento social e aferição de temperatura, proibimos todo tipo de aglomeração e os prédios das igrejas são continuamente higienizados", destacou.



Dom Gregório declarou que todas as orientações foram seguidas de forma rigorosa, diferente daquilo que era observado em muitos outros locais não atingidos pela decisão judicial.

"Houve uma redução drástica da participação de fiéis nas Missas. Insistimos para que os de grupos de risco, idosos, gestantes, gripados e todos os que apresentassem sintomas análogos aos da Covid-19 ficassem em casa". 

Além disso, o Bispo de Petrópolis recordou a atuação da Igreja Católica durante todo o período de pandemia.

"Fizemos parceria com a Prefeitura de Petrópolis e duas de nossas casas de retiro foram usadas para acolher moradores de rua, especialmente os idosos, e possíveis contaminados pelo coronavírus". Distribuímos mais de 14 mil cestas básicas nas seis cidades diocesanas, com ajuda dos fiéis e de empresários. Demos assistência religiosa e psicológica aos desanimados, entristecidos e doentes. Acompanhamos os mais de 8 mil alunos de nossos 29 colégios paroquiais que são gratuitos e conveniados com a Prefeitura de Petrópolis, pontuou, destacando ainda que "nenhum dos nossos acolhidos nos sítios e fazendas de recuperação de dependentes químicos foi infectado".



"Trabalhamos com muito afinco no combate ao vírus" e, dessa maneira, os protocolos da Diocese "se tornaram referência para outros segmentos da sociedade" levando a mesma a ser convidada "para integrar conselhos constituídos para o enfrentamento dessa emergência sanitária".

Após levar à luz estes pontos, Dom Gregório Paixão afirmou que "injustiça, em linguagem simples e direta, é quando a gente não tem o direito de colher aquilo que plantamos" e "a omissão é sempre alimento para a injustiça".

Dom Gregório expressou que "é por causa disso que deixo aqui minha palavra de profunda indignação e de protesto" e garantiu que "lutaremos, pelas vias adequadas, pelos nossos direitos". O Prelado recordou ainda que "a atividade religiosa é reconhecida como atividade essencial pela legislação vigente e se enquadra como garantia constitucional do cidadão".

"Concluo com a palavra de Jesus, que, em João 18,23, disse para o soldado que o esbofeteava: 'Se falei mal, mostra em que falei mal. Mas, se fiz o bem, por que me bates?'", concluiu.
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