13 novembro, 2018

Estes irmãos gêmeos celebraram 60 anos de sacerdócio

Nenhum comentário:
Publicado originalmente em espanhol no ChurchPOP

Os sacerdotes Patrick y John O’Neil nasceram na Austrália em 1932. Desde muito jovens, sentiram o chamado ao sacerdócio, mas decidiram não contar um ao outro.

Eles ficaram felizes em descobrir que ambos queriam servir a Cristo da mesma forma, e, aos 15 anos, entraram no seminário menor dos Redentoristas em Galong, Austrália.




Ao terminar seus estudos, ambos foram enviados para diferentes missões. John trabalhou nas paróquias da Austrália, e logo foi enviado em missão na África por 22 anos.

Patrick ficou na Austrália trabalhando como educador, contador e agricultor. Ele serviu como missionário em Townsville.

Veja também:


Em entrevista ao jornal semanal da Arquidiocese de Sydney, o Pe. Patrick disse: "Por que eu queria ser padre? Não sei. Mas sei que tem sido uma vida muito feliz e não faria outra coisa". Enquanto o Pe. John afirmou: "Sempre quis ser padre, sempre".

Eles completam agora 60 anos de sacerdócio e estão vivendo juntos novamente na comunidade redentorista de Kogarah, na Austrália.

Publicado originalmente em ChurchPOP
Tradução: Sim, sou Católico

Recomendado para você
Continue lendo...

12 novembro, 2018

10 fotos de missas celebradas durante a Primeira Guerra Mundial

Nenhum comentário:

O dia 11 de novembro de 2018 marcou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial, um dos conflitos mais sangrentos da história da humanidade e que se estendeu de 28 de julho de 1914 a 11 de novembro 1918. Durante esse período, vários registros mostraram sacerdotes celebrando a Santa Missa em capelas feitas de forma improvisada ou em meio ao campo de guerra para que os fiéis não ficassem sem o auxílio espiritual.




Confira a seguir 10 fotos de missas celebradas durante a Primeira Guerra Mundial.


















Imagens: schola-sainte-cecile.com

Recomendado para você
Continue lendo...

26 outubro, 2018

CNBB reforça que não apoia candidaturas na disputa eleitoral

Nenhum comentário:
- Foto: CNBB/Divulgação -

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu uma nota por ocasião do segundo turno das eleições 2018, na qual "reafirma seu compromisso, sobretudo através do diálogo, de colaborar na busca do bem comum com as instituições sociais e aqueles que, respaldados pelo voto popular, forem eleitos para governar o País".




No documento que reitera que a entidade não apoia candidaturas na disputa eleitoral, os bispos reforçam que as eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social.

Veja também:


Confira adiante a íntegra da nota publicada pela CNBB.

NOTA DA CNBB

Por ocasião do segundo turno das eleições de 2018

Jesus Cristo é a nossa paz! (cf. Ef 2,14)

O Brasil volta às urnas para eleger seu novo presidente e, em alguns Estados e no Distrito Federal, seu governador. Fiel à sua missão evangelizadora, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de outubro, vem ratificar sua posição e orientações a respeito deste importante momento para o País.

Eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Cabe à população julgar, na liberdade de sua consciência, o projeto que melhor responda aos princípios do bem comum, da dignidade da pessoa humana, do combate à sonegação e à corrupção, do respeito às instituições do Estado democrático de direito e da observância da Constituição Federal.




Na missão de pastores e profetas, nós, bispos católicos, ao assumirmos posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, o fazemos, não por ideologia, mas por exigência do Evangelho que nos manda amar e servir a todos, preferencialmente aos pobres. Por isso, “a Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada” (CNBB – Mensagem ao Povo de Deus – 19 de abril de 2018). Inúmeros são os testemunhos de bispos que, na história do país, se doaram e se doam no serviço da Igreja em favor de uma sociedade democrática, justa e fraterna.

A CNBB reafirma seu compromisso, sobretudo através do diálogo, de colaborar na busca do bem comum com as instituições sociais e aqueles que, respaldados pelo voto popular, forem eleitos para governar o País.

Exortamos a que se deponham armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Toda atitude que incita à divisão, à discriminação, à intolerância e à violência, deve ser superada. Revistamo-nos, portanto, do amor e da reconciliação, e trilhemos o caminho da paz!

Por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, invocamos a bênção de Deus para o povo brasileiro.

Brasília-DF, 24 de outubro de 2018

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador
Presidente da CNBB em exercício

Dom Guilherme Antônio Werlang
Bispo de Lajes
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB


Recomendado para você
Continue lendo...

19 outubro, 2018

Não houve finalidades político-partidárias em Missa, afirma Diocese de Caçador

Nenhum comentário:
- Dom Severino Clasen durante Santa Missa. Foto: Diocese de Caçador/Facebook -

Após polêmica gerada sobre Missa celebrada pelo Bispo da Diocese de Caçador (SC), Dom Severino Clasen, na Catedral São Francisco de Assis, no último domingo, dia 14 de novembro, o presbitério diocesano emitiu nota onde informou que "em momento algum se utilizou de finalidades político-partidárias na celebração eucarística", conforme algumas pessoas relataram nas redes sociais.




A Diocese de Caçador informou que o Bispo "citou a história de Dom Oscar Romero e Paulo VI", canonizados no dia 14 de outubro, "para falar de exemplo de seguimento do Evangelho, de vida, de justiça, de paz".

Veja também:


"A homilia foi uma reflexão do Evangelho do dia, que conta a conhecida história do Jovem Rico, que pergunta a Jesus o que precisa fazer para merecer o Reino de Deus, mas que prefere a “segurança” da riqueza e recusa o chamado de Jesus para seguí-lo! (Mc 10, 17-30), bem como um convite de Dom Severino para que todo cristão que recebeu o selo da fé, em sua Crisma abra o coração para a solidariedade e a paz e viva, de fato, a Boa Notícia anunciada por Jesus e tenha a vida eterna", afirma a Diocese.




"Reafirmamos ainda o nosso compromisso em defesa da vida e a orientação de que cada cidadão vote com liberdade e de modo consciente no segundo turno das eleições. A Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos", concluí o texto.

O caso repercutiu


O caso ganhou grande repercussão após algumas pessoas publicarem em suas redes sociais acusações contra Dom Severino, alegando que o Bispo teria utilizado a celebração para se manifestar em favor de determinado partido político. O site Caçador Online, um dos primeiros a dar amplitude ao tema, informou que alguns fiéis chegaram a abandonar a celebração.




Recomendado para você
Continue lendo...

15 outubro, 2018

Projeto de Lei vai retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil: será?

Nenhum comentário:
- Nossa Senhora Aparecida. Foto: Davi Corrêa -

Começaram a compartilhar links no Facebook, Twitter, WhatsApp e outras mídias falando sobre o Projeto de Lei 2623/07 da Câmara dos Deputados, o qual pede a retirada do título de "Padroeira do Brasil" atribuído a Nossa Senhora Aparecida.




O texto informa que o projeto é de autoria do deputado Victorio Galli e afirma que Edir Macedo teria feito um pedido a um dos candidatos à presidência da república que sancione tal projeto já em 2019. Em troca, haveria mais apoio dos evangélicos a tal presidenciável. Junto com o texto, há um link apontando para esta página no site da Câmara dos Deputados.

Sem pesquisar, muita gente está compartilhando o link e isso já está dando um - para dizer no popular - "bafafá danado".

Veja também:


Ao pesquisar no site da Câmara você poderá constatar algumas coisas como: o Projeto é de 2007 e já está arquivado desde 9 de julho de 2008, tendo em vista que a Comissão de Educação e Cultura seguiu o parecer do relator e rejeito o Projeto. Como Galli não foi reeleito, o tema continuará arquivado.

Trocar a Padroeira do Brasil?


A propósito desta notícia que foi ressuscitada, segue abaixo um artigo de Dom Estevão Bettencourt, escrito em 1999, que completa relação com o tema tratado. A fonte do artigo é a Revista "Pergunte e Responderemos", número 449,  de 1999, página 479.

1) No Brasil há separação da Igreja e do Estado desde 1891. 0 Governo republicado é laico, ou seja, não tem Credo religioso oficial. Reconhece a liberdade de crença aos cidadãos e aceita os cultos religiosos que não perturbem a boa ordem pública, mas não entra em questões religiosas como tais.

2) Disto se segue que seria inconstitucional declarar Padroeiro(a) do Brasil alguma figura religiosa pelo fato de ser tal figura religiosa. O Governo não pode oficializar Credo religioso algum.




3) Não foi o Governo que proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil. Foi sim, a Igreja Católica que ao fazê-lo estava atendendo a devoção da grande maioria do povo brasileiro. O Governo oficialmente não endossou tal ato, como não lhe competia endossá-lo.

4) O que o Governo brasileiro fez, foi oferecer um feriado (12 do outubro) ao povo para que possa mais facilmente externar sua piedade para com a Padroeira. O Governo, sendo democrático, nada mais fez do que corresponder a um justo anseio da grande maioria da população brasileira.

5) O que o Governo pode fazer, seria não proclamar Jesus Cristo Padroeiro do Brasil (gesto inconstitucional), mas cancelar o feriado do 12 do outubro. Tal ato porém, seria antipático e antidemocrático, pois colocaria o Governo em oposição frontal a um costume popular; feriria os propósitos do regime vigentes entre nós. Caso cancelasse o feriado religioso de 12 de outubro, logicamente cancelaria o de Natal (corno fez Fidel Castro, que se retratou), e de Sexta-feira santa e qualquer outro feriado religioso,desses que fazem a população viver seus momentos mais intensos de identidade humana (a religião é urna dimensão tipicamente humana). Não há por que mexer nesse calendário cívico-religioso consagrado pela índole própria do povo brasileiro.




6) No plano da fé, dizemos que Jesus Cristo é Rei (cf. Jo 19,37).

Como Rei, é o tutor dos povos todos. Há porém, um precedente bíblico que confia o povo de Deus a um padroeiro celeste muito especial; com efeito, o povo do Israel foi pelo próprio Senhor Deus confiado à tutela de São Miguel Arcanjo; cf. Dn 10,21; 12, 1; Ap 12. 7-12. Isto quer dizer que a realeza do Senhor Deus – no caso, a de Jesus Cristo – não exclui a intercessão e a tutela de um padroeiro celeste. São Miguel Arcanjo é dito “Príncipe, o Grande Príncipe do povo de Deus”, – Daí o costume muito antigo, entre os cristãos, de adotarem os Santos – especialmente Maria Ssma, – como Padroeiros de suas instituições e de suas respectivas pátrias. O protestantismo rejeitando esta e outras práticas da Tradição, rejeita quinze séculos do Cristianismo e julga poder dar início ao genuíno Cristianismo no século XVI ou mesmo. no século XX. O Senhor Deus terá abandonado a sua Igreja durante tantos séculos e só terá suscitado a verdadeira compreensão do Evangelho se enviar Lutero, Calvino ou Edir Macedo ao mundo. – O bom senso repele tal teoria.

7) Os pastores foram eleitos deputados a fim de se interessar pelo bem do povo brasileiro afetado por carências diversas e necessitado de urgente atendimento… E não pode fazer polêmica religiosa. Esta não constrói a nação, mas acende os ânimos e divide aqueles que se deveriam sentir solidários em prol do bem comum! Possam os deputados protestantes refletir um pouco mais atentamente sobre o papel que estão desempenhando!

D. Estevão Bettencourt, osb

Recomendado para você
Continue lendo...

Atuações políticas em Missa com Haddad: Diocese emite nota

Nenhum comentário:
- Diocese de Campo Limpo-SP -

A Diocese de Campo Limpo-SP emitiu uma "a nota a respeito de atuações políticas dentro da Santa Missa no dia de Nossa Senhora Aparecida", padroeira do Brasil, na Paróquia dos Santos Mártires, na zona sul de São Paulo. Na ocasião, o candidato à presidência, Fernando Haddad (PT), junto de sua esposa e sua candidata a vice-presidente, Manuela D'Ávila (PCdoB), participou da Santa Missa e todos receberam a Eucaristia.




Na nota, a Diocese informa que "o sacerdote responsável pelo evento em tela, Pe.  Jaime Crowe, praticou esse ato sem prévia comunicação e à revelia do Sr. Bispo de Campo Limpo, e foi devidamente advertido segundo as normas do Direito Canônico".

Veja também:


A reafirmou que "para aproximar-se da Eucaristia e comungar, todo fiel católico deve consultar sua própria consciência e verificar se está em comunhão com os ensinamentos de Cristo, e se está espiritualmente preparado e em estado de graça, para que, assim recebe a Sagrada Eucaristia de forma ativa, consciente e frutuosa".




"Reafirmamos ainda o nosso compromisso em defesa da vida e a orientação de que cada cidadão vote com liberdade e de modo consciente no segundo turno das eleições. A Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos", pontua a nota.

"No mais, desejamos que os candidatos a cargos eleitos conduzam suas campanhas dentro dos princípios democráticos e éticos, visando a unidade do povo e o bem maior da nação brasileira, à luz do Santo Evangelho e do Bem Comum", concluiu.

Recomendado para você
Continue lendo...