19 outubro, 2018

Não houve finalidades político-partidárias em Missa, afirma Diocese de Caçador

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- Dom Severino Clasen durante Santa Missa. Foto: Diocese de Caçador/Facebook -

Após polêmica gerada sobre Missa celebrada pelo Bispo da Diocese de Caçador (SC), Dom Severino Clasen, na Catedral São Francisco de Assis, no último domingo, dia 14 de novembro, o presbitério diocesano emitiu nota onde informou que "em momento algum se utilizou de finalidades político-partidárias na celebração eucarística", conforme algumas pessoas relataram nas redes sociais.




A Diocese de Caçador informou que o Bispo "citou a história de Dom Oscar Romero e Paulo VI", canonizados no dia 14 de outubro, "para falar de exemplo de seguimento do Evangelho, de vida, de justiça, de paz".

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"A homilia foi uma reflexão do Evangelho do dia, que conta a conhecida história do Jovem Rico, que pergunta a Jesus o que precisa fazer para merecer o Reino de Deus, mas que prefere a “segurança” da riqueza e recusa o chamado de Jesus para seguí-lo! (Mc 10, 17-30), bem como um convite de Dom Severino para que todo cristão que recebeu o selo da fé, em sua Crisma abra o coração para a solidariedade e a paz e viva, de fato, a Boa Notícia anunciada por Jesus e tenha a vida eterna", afirma a Diocese.




"Reafirmamos ainda o nosso compromisso em defesa da vida e a orientação de que cada cidadão vote com liberdade e de modo consciente no segundo turno das eleições. A Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos", concluí o texto.

O caso repercutiu


O caso ganhou grande repercussão após algumas pessoas publicarem em suas redes sociais acusações contra Dom Severino, alegando que o Bispo teria utilizado a celebração para se manifestar em favor de determinado partido político. O site Caçador Online, um dos primeiros a dar amplitude ao tema, informou que alguns fiéis chegaram a abandonar a celebração.




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15 outubro, 2018

Projeto de Lei vai retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil: será?

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- Nossa Senhora Aparecida. Foto: Davi Corrêa -

Começaram a compartilhar links no Facebook, Twitter, WhatsApp e outras mídias falando sobre o Projeto de Lei 2623/07 da Câmara dos Deputados, o qual pede a retirada do título de "Padroeira do Brasil" atribuído a Nossa Senhora Aparecida.




O texto informa que o projeto é de autoria do ex-deputado Victorio Galli e afirma que Edir Macedo teria feito um pedido a um dos candidatos à presidência da república que sancione tal projeto já em 2019. Em troca, haveria mais apoio dos evangélicos a tal presidenciável. Junto com o texto, há um link apontando para esta página no site da Câmara dos Deputados.

Sem pesquisar, muita gente está compartilhando o link e isso já está dando um - para dizer no popular - "bafafá danado".

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Ao pesquisar no site da Câmara você poderá constatar algumas coisas como: o Projeto é de 2007 e já está arquivado desde 9 de julho de 2008, tendo em vista que a Comissão de Educação e Cultura seguiu o parecer do relator e rejeito o Projeto.

Trocar a Padroeira do Brasil?


A propósito desta notícia que foi ressuscitada, segue abaixo um artigo de Dom Estevão Bettencourt, escrito em 1999, que completa relação com o tema tratado. A fonte do artigo é a Revista "Pergunte e Responderemos", número 449,  de 1999, página 479.

1) No Brasil há separação da Igreja e do Estado desde 1891. 0 Governo republicado é laico, ou seja, não tem Credo religioso oficial. Reconhece a liberdade de crença aos cidadãos e aceita os cultos religiosos que não perturbem a boa ordem pública, mas não entra em questões religiosas como tais.

2) Disto se segue que seria inconstitucional declarar Padroeiro(a) do Brasil alguma figura religiosa pelo fato de ser tal figura religiosa. O Governo não pode oficializar Credo religioso algum.




3) Não foi o Governo que proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil. Foi sim, a Igreja Católica que ao fazê-lo estava atendendo a devoção da grande maioria do povo brasileiro. O Governo oficialmente não endossou tal ato, como não lhe competia endossá-lo.

4) O que o Governo brasileiro fez, foi oferecer um feriado (12 do outubro) ao povo para que possa mais facilmente externar sua piedade para com a Padroeira. O Governo, sendo democrático, nada mais fez do que corresponder a um justo anseio da grande maioria da população brasileira.

5) O que o Governo pode fazer, seria não proclamar Jesus Cristo Padroeiro do Brasil (gesto inconstitucional), mas cancelar o feriado do 12 do outubro. Tal ato porém, seria antipático e antidemocrático, pois colocaria o Governo em oposição frontal a um costume popular; feriria os propósitos do regime vigentes entre nós. Caso cancelasse o feriado religioso de 12 de outubro, logicamente cancelaria o de Natal (corno fez Fidel Castro, que se retratou), e de Sexta-feira santa e qualquer outro feriado religioso,desses que fazem a população viver seus momentos mais intensos de identidade humana (a religião é urna dimensão tipicamente humana). Não há por que mexer nesse calendário cívico-religioso consagrado pela índole própria do povo brasileiro.




6) No plano da fé, dizemos que Jesus Cristo é Rei (cf. Jo 19,37).

Como Rei, é o tutor dos povos todos. Há porém, um precedente bíblico que confia o povo de Deus a um padroeiro celeste muito especial; com efeito, o povo do Israel foi pelo próprio Senhor Deus confiado à tutela de São Miguel Arcanjo; cf. Dn 10,21; 12, 1; Ap 12. 7-12. Isto quer dizer que a realeza do Senhor Deus – no caso, a de Jesus Cristo – não exclui a intercessão e a tutela de um padroeiro celeste. São Miguel Arcanjo é dito “Príncipe, o Grande Príncipe do povo de Deus”, – Daí o costume muito antigo, entre os cristãos, de adotarem os Santos – especialmente Maria Ssma, – como Padroeiros de suas instituições e de suas respectivas pátrias. O protestantismo rejeitando esta e outras práticas da Tradição, rejeita quinze séculos do Cristianismo e julga poder dar início ao genuíno Cristianismo no século XVI ou mesmo. no século XX. O Senhor Deus terá abandonado a sua Igreja durante tantos séculos e só terá suscitado a verdadeira compreensão do Evangelho se enviar Lutero, Calvino ou Edir Macedo ao mundo. – O bom senso repele tal teoria.

7) Os pastores foram eleitos deputados a fim de se interessar pelo bem do povo brasileiro afetado por carências diversas e necessitado de urgente atendimento… E não pode fazer polêmica religiosa. Esta não constrói a nação, mas acende os ânimos e divide aqueles que se deveriam sentir solidários em prol do bem comum! Possam os deputados protestantes refletir um pouco mais atentamente sobre o papel que estão desempenhando!

D. Estevão Bettencourt, osb

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Atuações políticas em Missa com Haddad: Diocese emite nota

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- Diocese de Campo Limpo-SP -

A Diocese de Campo Limpo-SP emitiu uma "a nota a respeito de atuações políticas dentro da Santa Missa no dia de Nossa Senhora Aparecida", padroeira do Brasil, na Paróquia dos Santos Mártires, na zona sul de São Paulo. Na ocasião, o candidato à presidência, Fernando Haddad (PT), junto de sua esposa e sua candidata a vice-presidente, Manuela D'Ávila (PCdoB), participou da Santa Missa e todos receberam a Eucaristia.




Na nota, a Diocese informa que "o sacerdote responsável pelo evento em tela, Pe.  Jaime Crowe, praticou esse ato sem prévia comunicação e à revelia do Sr. Bispo de Campo Limpo, e foi devidamente advertido segundo as normas do Direito Canônico".

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A reafirmou que "para aproximar-se da Eucaristia e comungar, todo fiel católico deve consultar sua própria consciência e verificar se está em comunhão com os ensinamentos de Cristo, e se está espiritualmente preparado e em estado de graça, para que, assim recebe a Sagrada Eucaristia de forma ativa, consciente e frutuosa".




"Reafirmamos ainda o nosso compromisso em defesa da vida e a orientação de que cada cidadão vote com liberdade e de modo consciente no segundo turno das eleições. A Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos", pontua a nota.

"No mais, desejamos que os candidatos a cargos eleitos conduzam suas campanhas dentro dos princípios democráticos e éticos, visando a unidade do povo e o bem maior da nação brasileira, à luz do Santo Evangelho e do Bem Comum", concluiu.

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O alerta de Maria para o Brasil

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Muitos não sabem, mas o Brasil recebeu, na década de 1930, uma aparição de Nossa Senhora das Graças. Consigo, a Mãe de Deus trazia uma mensagem importante, um verdadeiro alerta para nossa nação.




A Mãe do Senhor, sob o título de Nossa Senhora das Graças, visitou o Brasil na década de 1930, aparecendo para duas jovenzinhas num sítio no interior de Pernambuco. Uma das videntes, a Irmã Adélia, faleceu no dia 13 de outubro p.p., contudo, a mensagem a ela transmitida pela Virgem Santíssima continua atual e oportuna.


Em perfeita consonância com as suas demais aparições, a Senhora das Graças preveniu as jovens de que três castigos se abateriam sobre o Brasil e que o país seria tomado pelo comunismo. Ora, a situação da sociedade brasileira não deixa margem para dúvida de que a Senhora estava certa. O país está cada mais mergulhado no ideal socialista e no marxismo cultural.

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Felizmente, além de alertar para o perigo, a Virgem Santíssima ofereceu também o remédio: oração e penitência. Portanto, que todos A obedeçam intensificando as súplicas e os atos de reparação para evitar que a chaga do comunismo se abata definitivamente nesta Terra de Santa Cruz.

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós.

Fonte: Padre Paulo Ricardo

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13 outubro, 2018

Uma antiga reflexão do Papa Francisco muito válida para o momento atual do Brasil

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- Papa Francisco na Praça de São Pedro/Foto: Vatican Media -

Em 7 de setembro de 2013, durante a vigília de oração pela paz, o Papa Francisco dirigiu aos fiéis presentes na Praça de São Pedro uma reflexão que, com certeza, é de suma importância para o Brasil, principalmente durante este período eleitoral, onde uns se levantam contra os outros gerando desrespeito, conflitos e, em alguns casos, violência.




Confira abaixo o texto integral da reflexão feita pelo Santo Padre durante a vigília de oração pela paz, em 2013.

Praça de São Pedro
Sábado, 7 de Setembro de 2013

«Deus viu que isso era bom» (Gn 1,12.18.21.25). A narração bíblica da origem do mundo e da humanidade nos fala de Deus que olha a criação, quase a contemplando, e repete uma e outra vez: isso é bom. Isso, queridos irmãos e irmãs, nos permite entrar no coração de Deus e recebermos a sua mensagem que procede precisamente do seu íntimo.

Podemos nos perguntar: qual é o significado desta mensagem? O que diz esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?

1.Simplesmente nos diz que o nosso mundo, no coração e na mente de Deus, é “casa de harmonia e de paz” e espaço onde todos podem encontrar o seu lugar e sentir-se “em casa”, porque é “isso é bom”. Toda a criação constitui um conjunto harmonioso, bom, mas os seres humanos em particular, criados à imagem e semelhança de Deus, formam uma única família, em que as relações estão marcadas por uma fraternidade real e não simplesmente de palavra: o outro e a outra são o irmão e a irmã que devemos amar, e a relação com Deus, que é amor, fidelidade, bondade, se reflete em todas as relações humanas e dá harmonia para toda a criação. O mundo de Deus é um mundo onde cada um se sente responsável pelo outro, pelo bem do outro. Esta noite, na reflexão, no jejum, na oração, cada um de nós, todos nós pensamos no profundo de nós mesmos: não é este o mundo que eu desejo? Não é este o mundo que todos levamos no coração? O mundo que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações? E a verdadeira liberdade para escolher entre os caminhos a serem percorridos neste mundo, não é precisamente aquela que está orientada pelo bem de todos e guiada pelo amor?




2.Mas perguntemo-nos agora: é este o mundo em que vivemos? A criação conserva a sua beleza que nos enche de admiração; ela continua a ser uma obra boa. Mas há também “violência, divisão, confronto, guerra”. Isto acontece quando o homem, vértice da criação, perde de vista o horizonte da bondade e da beleza, e se fecha no seu próprio egoísmo.

Quando o homem pensa só em si mesmo, nos seus próprios interesses e se coloca no centro, quando se deixa fascinar pelos ídolos do domínio e do poder, quando se coloca no lugar de Deus, então deteriora todas as relações, arruína tudo; e abre a porta à violência, à indiferença, ao conflito. É justamente isso o que nos quer explicar o trecho do Gênesis em que se narra o pecado do ser humano: o homem entra em conflito consigo mesmo, percebe que está nu e se esconde porque sente medo (Gn 3, 10); sente medo do olhar de Deus; acusa a mulher, aquela que é carne da sua carne (v. 12); quebra a harmonia com a criação, chega a levantar a mão contra o seu irmão para matá-lo. Podemos dizer que da harmonia se passa à desarmonia? Mas, podemos dizer isso: que da harmonia se passa à desarmonia? Não. Não existe a “desarmonia”: ou existe harmonia ou se cai no caos, onde há violência, desavença, confronto, medo...

È justamente nesse caos que Deus pergunta à consciência do homem: «Onde está o teu irmão Abel?». E Caim responde «Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9). Esta pergunta também se dirige a nós, assim que também a nós fará bem perguntar:

- Acaso sou o guarda do meu irmão? Sim, tu és o guarda do teu irmão! Ser pessoa significa sermos guardas uns dos outros! Contudo, quando se quebra a harmonia, se produz uma metamorfose: o irmão que devíamos guardar e amar se transforma em adversário a combater, a suprimir. Quanta violência surge a partir deste momento, quantos conflitos, quantas guerras marcaram a nossa história! Basta ver o sofrimento de tantos irmãos e irmãs. Não se trata de algo conjuntural, mas a verdade é esta: em toda violência e em toda guerra fazemos Caim renascer. Todos nós! E ainda hoje prolongamos esta história de confronto entre os irmãos, ainda hoje levantamos a mão contra quem é nosso irmão. Ainda hoje nos deixamos guiar pelos ídolos, pelo egoísmo, pelos nossos interesses; e esta atitude se faz mais aguda: aperfeiçoamos nossas armas, nossa consciência adormeceu, tornamos mais sutis as nossas razões para nos justificar. Como fosse uma coisa normal, continuamos a semear destruição, dor, morte! A violência e a guerra trazem somente morte, falam de morte! A violência e a guerra têm a linguagem da morte!




Depois do Dilúvio, cessou a chuva, surge o arco-íris e a pomba traz um ramo de oliveira. Penso também hoje naquela oliveira que os representantes das diversas religiões plantamos em Buenos Aires, na Praça de Maio, no ano 2000, pedindo que não haja mais caos, pedindo que não haja mais guerra, pedindo paz.

3. E neste ponto, me pergunto: É possível percorrer o caminho da paz? Podemos sair desta espiral de dor e de morte? Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz? Invocando a ajuda de Deus, sob o olhar materno da Salus Populi romani, Rainha da paz, quero responder: Sim, é possível para todos! Esta noite queria que de todos os cantos da terra gritássemos: Sim, é possível para todos! E mais ainda, queria que cada um de nós, desde o menor até o maior, inclusive aqueles que estão chamados a governar as nações, respondesse: - Sim queremos! A minha fé cristã me leva a olhar para a Cruz. Como eu queria que, por um momento, todos os homens e mulheres de boa vontade olhassem para a Cruz! Na cruz podemos ver a resposta de Deus: ali à violência não se respondeu com violência, à morte não se respondeu com a linguagem da morte. No silêncio da Cruz se cala o fragor das armas e fala a linguagem da reconciliação, do perdão, do diálogo, da paz. Queria pedir ao Senhor, nesta noite, que nós cristãos e os irmãos de outras religiões, todos os homens e mulheres de boa vontade gritassem com força: a violência e a guerra nunca são o caminho da paz! Que cada um olhe dentro da própria consciência e escute a palavra que diz: sai dos teus interesses que atrofiam o teu coração, supera a indiferença para com o outro que torna o teu coração insensível, vence as tuas razões de morte e abre-te ao diálogo, à reconciliação: olha a dor do teu irmão – penso nas crianças: somente nelas... olha a dor do teu irmão, e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida; e isso não com o confronto, mas com o encontro! Que acabe o barulho das armas! A guerra sempre significa o fracasso da paz, é sempre uma derrota para a humanidade. 




Ressoem mais uma vez as palavras de Paulo VI: «Nunca mais uns contra os outros, não mais, nunca mais... Nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! (Discurso às Nações Unidas, 4 de outubro de 1965: ASS 57 [1965], 881). «A paz se afirma somente com a paz; e a paz não separada dos deveres da justiça, mas alimentada pelo próprio sacrifício, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade» (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, de 1976: ASS 67 [1975], 671). Irmãos e irmãs, perdão, diálogo, reconciliação são as palavras da paz: na amada nação síria, no Oriente Médio, em todo o mundo! Rezemos, nesta noite, pela reconciliação e pela paz, e nos tornemos todos, em todos os ambientes, em homens e mulheres de reconciliação e de paz. Assim seja.

Texto do discurso: Vatican News
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11 outubro, 2018

Em um dia como hoje, São João XXIII inaugurou o Concílio Vaticano II

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- Concílio Vaticano II/Foto: LotharWolleh_CC_BY_SA_30_111017 -

Neste dia 11 de outubro, completa-se 56 anos da abertura do Concílio Vaticano II, o grande evento mundial e eclesial impulsionado por São João Paulo II para buscar o “aggiornamento”, ou seja, a atualização da Igreja para aproximá-la do mundo atual.

Saiba mais no site ACI Digital.

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