02 maio, 2017

Você sabia que bala que atingiu João Paulo II está na coroa de Nossa Senhora de Fátima?

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João Paulo II foi atingido por dois tiros na tarde de 13 de maio de 1981, no Vaticano - Foto: Vaticano -

No dia 13 de maio de 1981, por volta das 17h, o Papa João Paulo II circulava lentamente pela Praça de São Pedro saudando os fiéis que ali estavam, até que dois tiros foram disparados em sua direção.

As balas provenientes dos dois disparados atingiram João Paulo II: a primeira perfurou o cólon do Santo Padre, comprometendo vários pontos do seu intestino delgado. A segunda fraturou seu dedo indicador direito e também atingiu duas peregrinas que estavam na Praça de São Pedro.




João Paulo II foi encaminhado para o hospital Gemelli e os próprios médicos que fizeram a cirurgia duvidavam que o Papa fosse sobreviver aos ferimentos.

Entretanto, como o próprio João Paulo II afirmou posteriormente aos acontecimentos, “uma mão disparou, mas outra mão guiou a bala”.

Onde está bala que atingiu o Papa?


Quando disse que “outra mão guiou a bala”, o Papa João Paulo II estava se referindo à Virgem Maria, tendo em conta que o acidente aconteceu na data em que a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora de Fátima.

Sabendo disso, e profundamente agradecido pelo milagre, em 13 de maio de 1982 – um ano após ser atingido pelos tiros – o Papa levou pessoalmente um das balas que o alvejou para entrega-la a Nossa Senhora de Fátima, no santuário a ela dedicado, em Portugal. O projétil foi então colocado na coroa da santa.
Imagem de Nossa Senhora de Fátima e ampliação da coroa com o projétil entregue por João Paulo II

Curiosamente, quando os especialistas foram colocar a bala na coroa da Virgem de Fátima, não sabiam onde iriam encaixá-la sem comprometer a bela arte. Mas notaram que havia um orifício bem na frente da coroa e não sabiam por que o deixaram ali.

Os especialistas colocaram a bala naquele orifício e ela se ajustou perfeitamente como se aquele lugar tivesse sido reservado já para isso. Ninguém sabe quem deixou e por que deixou aquele um espaço naquela região da coroa.

Até hoje a bala que atingiu o Papa João Paulo II, naquela tarde de 13 de maio de 1981, permanece junto de Nossa Senhora de Fátima, que, como o próprio Santo Padre afirmou, “guiou a bala”.

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26 abril, 2017

Conheça o desafio da Liturgia Azul

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Trazemos ao blog Sim, sou Católico um desafio muito saudável divulgado pelo site católico ChurchPOP, cujo nome é “Liturgia Azul”.

Hoje queremos compartilhar com vocês um desafio superinteressante que nos ajudará a viver melhor a Eucaristia e se cumpri-lo até o fim, você ganhará o título de cristão piedoso!

Que comecem os jogos!

1. Fazer simplesmente o sinal da cruz no início da Missa, ao qual os fiéis respondem “amém” (nada da musiquinha “em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo…).

2. Fazer o ato penitencial com a fórmula certa.

3. Não alterar a letra do Glória.

4. O evangelho deve ser proclamado por um ministro ordenado. Nada de delegar o seminarista para esta função (ainda mais dando a benção antes, “like” diácono).




5. Homilia? Equivale à fase 4: só um ministro ordenado.

6. Não alterar a letra do Santo.

7. Baderna no momento da paz nem pensar! Dar a paz apenas aos mais próximos é suficiente.

8. Quanto à distribuição da Sagrada Comunhão, se em duas espécies, obrigatoriamente na boca. Nada de deixar o leigo pegar a Hóstia Consagrada e molhar no cálice. E muito menos colocar a Hóstia molhada no preciosíssimo Sangue na mão do comungante.

9. O comungante se ajoelhou? NÃO LHE NEGUE a comunhão. Ele está reconhecendo que diante de Jesus todo joelho se dobra, e quer comungar da melhor forma possível. O mesmo vale para quem não se ajoelha, mas quer receber na boca.

10. Após a comunhão, é permitido dar breves avisos à comunidade. BREVES AVISOS, não “parabéns a você”.

11. Dúvidas? Psiu, vou te contar uma coisa que nem todo mundo sabe: em cima do altar, há um livro vermelho chamado Missal Romano. O Missal é nosso amigo e nos ajuda muito. Basta ler o preto e fazer o vermelho!

12. Sem Amém no Pai-nosso.

13. Sem danças “litúrgicas” no meio da Missa.

Publicado originalmente em ChurchPOP. Para replicá-lo, é necessário pedir autorização à fonte anteriormente citada.


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13 abril, 2017

[VÍDEO] O dia em que um bêbado salvou Jesus

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Cena do filme "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson - Foto: captura de tela/

Todos os dias da Semana Santa concedem ao cristão a oportunidade de mergulhar de corpo e alma no mistério da Igreja, que se realiza a partir do mistério de Cristo e a Via Sacra é uma delas.

Durante a Semana Santa, fiéis de diversas paróquias realizam a encenação da Via Sacra, recordando a Paixão de Cristo. É um momento de profunda reflexão e piedade.

Entretanto, um fato curioso aconteceu em uma paróquia da cidade de São João Del Rei (MG). Durante a encenação, um homem, aparentemente alcoolizado, queria impedir que Jesus fosse condenado à morte.

“Solta Jesus, prende Barrabás”, gritava o homem que ainda completou dizendo “deixa Jesus em paz”.

Confira ocorrido neste vídeo.




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12 abril, 2017

Papa Francisco: Jesus é a semente da nossa esperança

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Papa Francisco durante a Audiência Geral desta quarta | Foto: captura de vídeo/CTV

Nesta Quarta-feira Santa (12/04), o Papa Francisco concedeu audiência geral aos fiéis na Praça São Pedro e destacou que Jesus trouxe ao mundo uma nova esperança, com o formato de uma semente, se fazendo pequeno.

“Quem podia imaginar que aquele que entrou triunfante na cidade teria sido humilhado, condenado e morto na cruz?”, questionou Francisco aos fiéis. “As esperanças daquele povo se desmancharam diante da cruz; mas nós cremos que precisamente Nele, crucificado, a nossa esperança renasceu. Que esperança é essa?”.

Segundo Papa Francisco, a frase que pode ajudar a entender esta esperança foi pronunciada justamente por Jesus depois de entrar em Jerusalém. “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”.




Jesus, explicou o Papa, trouxe ao mundo uma nova esperança, com o formato de uma semente: se fez pequeno, como um grão de trigo; deixou a sua glória celeste para vir entre nós: “caiu na terra”. Mas não era suficiente.

“Se algum de vocês me perguntar: como nasce a esperança? Da cruz. Olhe para a cruz, olhe para Cristo crucificado e dali virá a esperança que jamais desaparece”, disse Francisco.

Para produzir fruto, Jesus viveu o amor até o fim, deixando-se romper pela morte como uma semente sob a terra. Justamente ali, no ponto extremo do seu abaixamento – que é também o ponto mais alto do amor – brotou a esperança.

Assim, na Páscoa, Jesus transformou o pecado em perdão, a morte em ressurreição, o medo em confiança. Esta é a transformação da Páscoa. “Eis o porquê ali, sobre a cruz, nasceu e renasce sempre a nossa esperança”.

“A esperança supera tudo, porque nasce do amor de Jesus”, prosseguiu Francisco. Quando se escolhe a esperança de Jesus, aos poucos é possível descobrir que o melhor modo de viver é o da semente, do amor humilde. “Não há outro modo de vencer o mal e dar esperança ao mundo”.




Papa Francisco afirma que esta parece ser uma lógica falida, “porque quem ama perde poder”. Entretanto, “para nós, possuir sempre nos leva a querer sempre mais”.

“Quem é voraz jamais está satisfeito”, recordou o Papa. E Jesus diz de modo claro: “quem ama a própria vida a perde”, ou seja: quem ama o próprio e vive por seus interesses, se enche de si e se perde. Quem ao invés aceita, é disponível e serve os outros, salva si mesmo e se torna semente de esperança para o mundo.

Contudo, a cruz é uma passagem obrigatória, mas a glória é a meta. É como uma mulher que, para dar à luz, sofre no parto. “É o que fazem as mães: dão outra vida. Sofrem, mas ficam felizes porque dão outra vida, dão sentido à dor. O amor é o motor que move a nossa esperança”, repetiu três vezes Francisco.

Ao concluir, Papa Francisco convidou os fiéis a se deixarem envolver pelo mistério de Jesus, que, “como grão de trigo, morrendo nos doa a vida”.

Com informações da Rádio Vaticano

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06 abril, 2017

Em nota, Cardeal repudia descrimilalização do aborto

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O Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, redigiu nota de repúdio à descrimilalização do aborto após as novas investidas de políticos e ativistas pró-aborto que apelam contra a vida ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na nota, Dom Orani informa que o STF "logo julgará a matéria da petição que apela pela descriminalização da prática do aborto até as 12 semanas de vida" e convida os cidadãos a se manifestarem pacificamente em favor da vida.

"Que os cidadãos se manifestem pacificamente em sua opinião pública, valendo-se da democracia e de sua liberdade civil, e inclusive do caráter de constitucionalidade da defesa da vida humana. E, 'não tenhais medo' (Jo 6,20), tampouco desanimeis e não desistam da vida, que é Cristo Senhor Ressuscitado".




Confira a seguir a íntegra da nota de Dom Orani.

Caríssimos irmãos em Cristo: Paz e bênção no Senhor!

Quando a sociedade vive o clima de caminhada para a Páscoa, certeza da vida que vence a morte, é imperioso que de novo saiamos em defesa da vida daqueles que não tem voz. A sociedade necessita de construção de um clima de respeito à vida e não de incentivo a violência de matar inocentes. São muitas mortes em nossa sociedade!

Vivemos em tempos em que urge a oração e a unidade do povo cristão em favor de nossa tão querida nação, diante de tantas ameaças à dignidade humana e à paz. E de todas essas ameaças à dignidade, qual poderia ser maior além daquela que sentencia a morrer os cidadãos inocentes que apenas buscam viver? E os brasileiros que mais estão sob o risco dessa sentença são os filhos da pátria não-nascidos, perseguidos desde a sua concepção, como se víssemos um tipo daquilo que mostra o Apocalipse em sua narrativa sobre “a mulher que está prestes a dar a luz a um filho e que é perseguida pelo dragão que anseia loucamente devorar o filho que lhe nascer” (cf. Ap 12,1-17). E esse dragão hoje tem um nome, é chamado “cultura de morte” e ele alça seu vôo homicida sobre nossas cabeças para, através do aborto, ceifar vidas. A guerra contra a vida é o fim da paz e o início de uma era de destruição de tudo aquilo que há de bom e valoroso.

Jesus atribui a si a vida dos padecentes, pequeninos e inocentes: “O que fizerdes ao menor dos vossos irmãos, é a Mim que o fazeis. Quando recebeis uma criança, é a Mim que recebeis. Se em Meu nome oferecerdes um copo de água, é a Mim que o fazeis (Mc 9,37; Mt 10,42)”. Se, do contrário, fizermos o mal a estes que sofrem e são inocentes pequeninos, o fazemos a Ele. E ainda nas Escrituras, depois de Saulo perseguir os cristãos com sentença de morte, ele é parado no meio do caminho por uma intervenção de Cristo: “Saulo, Saulo, por que me persegues”? (At 9,4). Ora, como poderia ser perseguido quem subiu aos céus? Nos cristãos inocentes, nos que sofrem sem amparo e defesa! E digo-vos que Cristo mais uma vez está sendo perseguido nos inocentes que não têm sequer direito de ter seu nome civil e nem mesmo o de cristão, pois morrem antes pelas mãos deste sanguinário dragão. Porém, Cristo mesmo lhes dá um nome, o seu nome quando diz: “é a mim que o fazeis”. E reitera a estes algozes: “Por que me persegues?”; e se faz advogado dos inocentes diante do Pai.





O coração do nosso pastoreio está ferido porque a lança da morte mais uma vez fere o coração de Cristo. Sofremos agora as dores que Ele toma para si porque somos um com Nosso Senhor. Advogaremos com Ele até o fim, mesmo depois de qualquer sentença dada, e não nos cansaremos de recorrer a favor da vida como direito natural dos concebidos, que para nós, cristãos, também é um direito divino, pois Jesus mesmo atesta: “Eu sou a vida” (Jo 14,6).

Emergem novas investidas contra a vida, que envolvem políticos e ativistas que apelam aos membros do STF, este que logo julgará a matéria da petição que apela pela descriminalização da prática do aborto até as 12 semanas de vida. Nós, pastores do povo de Deus, repudiamos com veemência o aborto em todas as suas formas, bem como sua descriminalização. Demandamos, em respeito à vida e ao povo brasileiro, que as autoridades civis somem-se a nós nesta busca pela paz e pelo progresso de nossa nação, que começa no direito à vida, defendido sem nenhuma exceção desde o momento de sua concepção até seu fim natural.

Que os cidadãos se manifestem pacificamente em sua opinião pública, valendo-se da democracia e de sua liberdade civil, e inclusive do caráter de constitucionalidade da defesa da vida humana. E, “não tenhais medo” (Jo 6,20), tampouco desanimeis e não desistam da vida, que é Cristo Senhor Ressuscitado.

Saudamos os participantes do movimento pró-vida, das associações e grupos de apoio à mulher e ao nascituro. Vocês não estão sozinhos. Têm a nossa oração e apoio fraterno. Convocamos que mais pessoas se unam a essa batalha pela vida. Estejamos unidos na Eucaristia, que é a força de nosso labor pela vida.

Que a Páscoa que se aproxima preencha os nossos corações com a certeza da vitória da vida sobre a morte e da caminhada histórica de um povo que não perde a esperança porque baseada n’Aquele que ressuscitou e vive presente entre nós.

Rio de Janeiro, 06 de abril de 2017
D. Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist
Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

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04 abril, 2017

Em abril, Papa Francisco reza pelos jovens

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Jovens participantes da JMJ Rio 2013 - Foto: Flickr Jornada Mundial da Juventude

No vídeo divulgado pelo Vaticano nesta terça-feira (04), o Papa Francisco declarou que as intenções de oração para o mês de abril deste ano tem o foco nos jovens, definidos pelo Pontífice como os "protagonistas da mudança".

"Sei que vocês, jovens, não querem viver na ilusão de uma liberdade que se deixa levar pela moda do momento, mas que apostam alto", afirmou o Santo Padre.




Papa Francisco pediu aos jovens para não deixarem outros sejam os protagonistas e os incentivou a lançar o olhar para o futuro.

"Vocês, jovens, são os que têm o futuro. Eu lhes peço que o construam, que trabalhem por um mundo melhor", disse.

A todos os cristãos, o Santo Padre pediu que rezem junto com ele pelos jovens, "para que saibam responder com generosidade à própria vocação e se mobilizem pelas grandes causas do mundo".




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