23 agosto, 2017

[VÍDEO] Padre revela a verdade sobre a Igreja Católica e o Papa

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No vídeo, produzido para um programa de TV da EWTN (maior canal de televisão católico do mundo),o já falecido sacerdote espanhol, Padre Jorge Loring, fala sobre a verdade da fé católica diante das seitas protestantes.

O sacerdote destaca que na Igreja Católica há trigo e joio e que os protestantes estão errados, mesmo havendo alguns que possam "nos dar exemplos e virtudes e de honra, mas isso não significa que não estejam errados, pois a boa fé de um equivocado não converte o erro em verdade".


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22 agosto, 2017

Católico e maçom: pode isso, Arnaldo?

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Volta e meia essa pergunta é feita por algumas pessoas e até mesmo alguns católicos têm duvida sobre o assunto, mas, mesmo que digam o contrário, a posição oficial do Magistério da Igreja Católica diz claramente que aos católicos é proibida a inscrição em lojas maçônicas.

Na encíclica Humanum Genus, que fala sobre a maçonaria, o Papa Leão XIII afirmou que "tão logo a constituição e o espírito da seita maçônica foram claramente descobertos por manifestos sinais de suas ações, pela investigação de suas causas, pela publicação de suas leis, e de seus ritos e comentários, com a frequente adição do testemunho pessoal daqueles que estiveram no segredo, esta sé apostólica denunciou a seita dos Maçons, e publicamente declarou sua constituição, como contrária à lei e ao direito, perniciosa tanto à Cristandade como ao Estado" (HG, n. 6).



A encíclica foi assinada pelo Papa Leão XIII em 1884, e naquela ocasião o pontífice destacou que seus predecessores já haviam abordado o assunto.

"A primeira advertência do perigo foi dada por Clemente XII no ano de 1738, e sua constituição foi confirmada e renovada por Bento XIV. Pio VII seguiu o mesmo caminho; e Leão XII, por sua constituição apostólica, Quo Graviora, juntou os atos e decretos dos Pontífices anteriores sobre o assunto, e os ratificou e confirmou para sempre. No mesmo sentido pronunciou-se Pio VIII, Gregório XVI, e, muitas vezes, Pio IX" (HG, n. 5).

Pela lista elaborada pelo Papa Leão XIII fica bem claro que nunca foi permitido pela Igreja que os fiéis se associassem à maçonaria e, em mais uma ocasião na história, o Papa "proibiu qualquer um de entrar na sociedade, sob as penas que a Igreja costuma infligir sobre as pessoas excepcionalmente culpadas" (HG, n. 6).

Existe documento mais recente da Igreja sobre o assunto?


Em 26 de novembro de 1983, a Congregação para a Doutrina da Fé expediu um documento intitulado Declaração sobre a Maçonaria, o qual reforça que o posicionamento da Igreja não mudou em relação ao assunto.

O documento começa a partir de um questionamento que foi feito à Congregação. "Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo fato que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior".



A Congregação responde que "tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas".

No terceiro parágrafo do documento, eis a resposta que confirma o que a Igreja sempre ensinou em relação à maçonaria: "Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas".

Por que a Igreja tem parecer negativo à maçonaria?


Ainda de acordo com o documento publicado pela Congregação para a Doutrina da Fé, em novembro de 1986, os princípios da maçonaria "foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas".

Quem pertence às associações maçônicas pode comungar?


A resposta da Igreja para esta pergunta também é muito clara. "Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão".

Católico pode ser maçom?


Com tudo o que a Igreja ensina, não. Como foi está dito no documento da Congregação, os princípios maçônicos são inconciliáveis com a doutrina católica e é perniciosa, como disse o Papa Leão XIII, à cristandade.


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Oração de agradecimento pela confissão

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Imagem referencial. Foto: Pixabay - 

Após ter feito os cinco passos para uma boa confissão e ter recebido a absolvição do confessor e a imposição da penitência, o penitente pode rezar uma oração em agradecimento pelo sacramento recebido.



Abaixo, publicamos uma oração que pode ser utilizada durante este momento.

Ó bondade, ó misericórdia infinita do meu Deus! Graças Vos rendo por me haverdes perdoado os meus pecados, e de novo os detesto de todo o meu coração.

Concedei-me a graça, meu Salvador, pela virtude do Sacramento da Penitência que acabo de receber, de não recair nestes pecados, e de levar de hoje em diante uma vida toda nova, sempre assistido pela vossa graça e perseverando no vosso amor até a hora da minha morte. Amém.

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18 agosto, 2017

Valeu a tentativa, pastor, mas Nossa Senhora é sem comparação

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Quase dois meses após um pastor pedir desculpas por ter feito brincadeiras ao falar de Maria, surge um outro que adora os holofotes tentando fazer comparações entre a imagem de Nossa Senhora Aparecida e uma garrafa de refrigerante.

No vídeo, o líder da Igreja Plenitude do Trono de Deus, Agenor Duque - que volta e meia se veste com roupas de trapo, mas adora esbanjar luxo e anda de Porsche e jatinhos particulares -, diz que os católicos têm Maria como uma deusa. Diante dessa afirmação do autointitulado apóstolo, surge a questão: onde e quando a Igreja Católica ensinou que a Virgem Santíssima é uma deusa? Ele pode provar que Igreja pregou isso?



Não, ele não pode pelo único e simples fato ser apenas um pensamento fantasioso da cabeça dele. Não há fontes disso. Aliás, o Catecismo da Igreja Católica diz que Maria é Mãe de Cristo e da Igreja (cf. nos. 963-975). Se nem Maria se colocou como uma deusa (cf. Lc 1, 38), por qual motivo a Igreja o faria? É uma falácia do pastor para alcançar mais audiência.

Outro ponto equivocado do pastor é o momento em que o mesmo afirma que se uma imagem de Nossa Senhora for atirada ao chão, ela não terá capacidade de se levantar. "Ela não pode ajudar nem ela, porque nem o pó da cara dela ela consegue tirar", disse ele.

Para este trecho, Daniel Silveira Fonteles, que é ex-protestante e convertido ao catolicismo, gravou um vídeo e questionou: "se você pegar uma bíblia e jogar ela no fogo, o simples fato dela não sair de lá faz ela deixar de ser santa"? Tal como a bíblia não vai sair correndo do fogo, mas mesmo assim continuará sendo o local onde esta a palavra de Deus, a imagem da santa vai sim se quebrar quando cair no chão, mas Maria continuará sendo santa e mais: Mãe do Verbo Divino.

A intensão do episódio proposto pelo dito "apóstolo" é aquela de sempre: afirmar que os católicos adoram imagens - mas sem provar isso - e desvalorizar a figura de Maria. Se você já acompanha o blog Sim, sou Católico, já deve ter lido nosso artigo que fala sobre a presença das imagens na Igreja e sabe que Deus não se contradiz e que Ele mesmo dá permissão tanto (cf. Ex 25, 10-22).

Enfim, Maria não é uma mulher qualquer e não há como compará-la, Sr. Agenor Duque. Ela é a serva obediente do Senhor, cheia de graça e bendita. Ela se empenhou em "realizar pessoalmente, de modo perfeito, o serviço que Deus espera de todo o Seu povo" (cf. 26ª catequese do Papa João Paulo II - dia 07/09/1996, L'Osservatore Romano).

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15 agosto, 2017

5 passos necessários para fazer uma boa confissão

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Imagem referencial. Foto: Flickr Jhon Keogh CC-BY-NC-2.0 - 

1 - Examinar a consciência


É necessário recordar, na presença de Deus, todos os pecados cometidos - e ainda não confessados - por pensamentos, palavras, atos e omissões, contra os Mandamentos de Deus e da Igreja, e contra as obrigações do próprio estado.

2 - Ter dor por ter ofendido a Deus


Consiste num desgosto e numa sincera detestação da ofensa feita a Deus. A dor deve ser interna, sobrenatural, suma e universal. A dor dos nossos pecados é o mais importante de tudo: se faltar, a confissão é nula.



3 - Fazer o propósito de não tornar a pecar


Ter uma firme resolução de não tornar a pecar e de empregar os meios necessários para evitar o pecado.

4 - Declarar seus pecados


De coração sincero, declarar os pecados ao confessor, detalhando a espécie de pecado e o número, se são graves. A acusação deve ser humilde, sincera, prudente e breve.

5 - Cumprir a penitência


Ao fim da confissão, o penitente deve cumprir a penitência imposta pelo confessor.



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10 agosto, 2017

16 dados fantásticos sobre o pontificado de João Paulo II

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1 – Durante seu pontificado, João Paulo II percorreu 1,7 milhão de quilômetros de avião, carro, navio e até ferry boat. A distância é equivalente a 31 voltas ao redor da Terra e 3,23 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

2 – João Paulo II teve o terceiro pontificado mais longo da história da Igreja.

3 – Visitou 129 países.

4 – Visitou 617 povoados, cidades e santuários.

5 – O tempo total da soma das suas viagens equivale a dois anos e 8 meses.

6 – Realizou 143 viagens pela Itália.




7 – Se reuniu com 738 chefes de estado.

8 – Recebeu, em audiência, 246 primeiros-ministros.

9 – Cerca de 400 milhões de pessoas o viram em Roma ou durante suas viagens, e um número incontável de fiéis e admiradores o cumprimentaram com um aperto de mão.

10 – Realizou 1160 audiências públicas no Vaticano.

11 – Publicou 14 encíclicas.

12 – Publicou 15 Exortações Apostólicas.

13 – Escreveu 45 Cartas Apostólicas.

14 – Escreveu 11 Constituições Apostólicas.

15 – Escreveu 18 Motu Proprio, documentos sobre questões do governo da Igreja.

16 – No meio de tudo isso, ainda escreveu cinco livros durante o seu pontificado.


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