20 julho, 2014

Saiba o que o Papa Paulo VI e a viagem do homem à Lua tem em comum


Foto: Papa Paulo VI e astronauta

A data é 20 de julho de 1969, mas o que é que ela tem de significativo? Bom, para quem faz nasceu neste dia é com certeza uma ocasião de suma importância, porém esta data tem uma relevância mundial. Nesta data foi pronunciada a célebre frase: "É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade". Sim, foi o dia da chegada do homem à Lua. Tudo bem, você já deve estar se perguntando: onde entra o Papa Paulo VI nessa história. Continue lendo e vai entender.




A nave Apollo 11 decolou em 16 de julho de 1969 levando a bordo os astronautas americanos Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins. Ela partiu do Cabo Canaveral, na Flórida, em uma "corrida" tecnológica com os soviéticos da Guerra Fria, para uma das mais ousadas missões espaciais. Esse fato é bem conhecido.

O que foi pouco noticiado, e infelizmente acabou ficando esquecido, é que no dia seguinte à alunagem (nome correto para denominar um pouso na Lua), diretamente de Castel Gandolfo, o Papa Paulo VI saudou os astronautas da missão Apollo 11.

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O pontífice dirigiu-se aos astronautas nos seguintes termos: “aqui lhes fala, astronautas, de seu observatório de Castel Gandolfo (Specola Vaticana), perto de Roma, o Papa Paulo VI. Honra, saudação e bênção a vocês, conquistadores da Lua, pálida luz das nossas noites e de nossos sonhos! Levem a ela, com sua viva presença, a voz do espírito, o hino a Deus, nosso Criador, nosso Pai. Nós estamos próximos a vocês com os nossos votos e com nossas orações. Os saúda com toda a Igreja católica o Papa Paulo VI".

Outra situação interessante: todo mundo sabe que em 1969, durante a chegada à Lua, os astronautas fixaram uma bandeira dos Estados Unidos na superfície lunar. Agora, poucos sabem que naquela ocasião, uma pequena bandeira do Vaticano também foi levada na missão. É possível que ela também esteja hasteada lá.

Como recordação, a tripulação da nave Apollo 11 trouxe de volta, como presente para o Papa, fragmentos lunares. O material ainda hoje se encontra em exposição nos Museus Vaticanos.

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